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    Cada leitor é dono de uma mania diferente, a minha – ou melhor, uma delas – resume-se ao meu amor porpost-its. Durante a leitura adoro marcar os trechos que me impressionam ou emocionam de alguma maneira. Portanto faz parte do meu ritual de leitura lotar os livros de post-its, destacando as frases que me marcaram. O mais legal dessa mania é que, ao pegar um livro lido e reler um trecho destacado com um post-it, eu posso relembrar os momentos especiais que passei ao lado daquele livro.  E tem sentimento mais gostoso do que relembrar o quão marcante e emocionante uma leitura foi? Pensando nisso resolvi mostrar um pedacinho da minha coleção de Post-its. Vem conferir:

    Tenho post-its de todos os tamanhos: os grandes para anotações (para quem é resenhista isso é ótimo, já que ajuda a não esquecermos o que escrever sobre o livro); os médios para recadinhos (como um voto de boa leitura ao emprestar ou dar um livro de presente); e pequenos para a marcação de uma frase especial.


    Os modelos mais fácies de encontrar são os da marca “Post-it”; geralmente são marcadores de cores vivas e de vários formatos e tamanhos. Em papelarias também podemos achar marcadores personalizados, com desenhos e modelos diferenciados. Nessa linha eu adoro os com “carinha feliz/triste/apaixonada” 

    Independente do modelo o fato é que os post-its ficam lindos nos livros, e além de belos são úteis para leitores compulsivos e emotivos – como eu, que choro fácil com declarações de amor e adoro relê-las.Orgulho e PreconceitoPersuasãoEntre o Agora e o Nunca... Esses livros fazem parte da minha história e vire-meche eu releio os trechos que destaquei na primeira vez que os li. 



    O que acharam da ideia dos post-its? Para os curiosos de plantão compro meus post-its naAmericanas.com, no eBay (esse vendedor é confiável, indico sem medo) e nas livrarias da minha cidade.

    E vocês, costumam marcar trechos de livros? Se sim, como?

    Beijos, 

    COMO USAR POST-ITS?



    Um fato: todo leitor gosta de marcar suas leituras de alguma forma. Muitos grifam o texto – com lápis, caneta ou marca-texto –, outros preferem blocos de anotação (cadernos para anotar seus pensamentos sobre a leitura), e existem ainda aqueles que são fanáticos por post-its. E é óbvio que eu faço parte desse último grupo!

    Não vou negar. Quando comecei a ler tinha o terrível hábito de dobrar a pontinha da página que continha algum trecho impactante. Criei esse vício por conta do blog, pois adorava colocar nas resenhas as frases mais marcantes da leitura. Entretendo, não demorei para perceber que dobrar as folhas estava maculando meus livros. E foi aí que os post-its entraram na jogada.

    Post-its: Papéis colantes usados para anotações, lembretes, marcações de páginas e grifos em geral.
    Sinto que os post-its são a maneira perfeita de marcarmos uma página, ou um trecho preferido, sem estragar o livro. Até porque, quando a qualidade do post-it é alta a cola não acaba e muito menos agride a página. Além disso, post-its são ótimos na hora de anotarmos lembretes (na geladeira, no espelho e em agendas) e até mesmo nos estudos (quando você quer escrever uma nota e deixar seu caderno mais visual).


    Como sei que MUITOS de vocês têm curiosidade sobre o uso desse instrumento de leitura/estudo, resolvi falar quais são meus modelos preferidos e as maneiras que os utilizo em meu dia a dia.
    Modelos
    Existem duas classes de post-its: os de marcação e os de anotação.

    No primeiro caso você encontra modelos fofinhos ou básicos (alguns com animais, caretas e emojis, e outros apenas com uma faixa de cor). A ideia desse tipo de post-it é marcar uma página.


    E no segundo caso encontramos inúmeros tamanhos e cores: pequeno, grande, quadrado, retangular, com linhas e até em formato de coração. Aqui, o uso é voltado para anotações, recados e lembretes.
    Como Usar
     
    O planner que criei para o ano de 2017. Uma espécie de agenda que me acompanha ao longo do dia e me ajuda tanto na criação de metas quanto na listagem das tarefas. Antes fazia tudo ao mesmo tempo, mas com o Planner ficou mais fácil elencar prioridades, ideias e planejar a semana, o mês e até o ano. Fora que escrever ajuda MUITO na hora de organizar o tempo e definir o que realmente é importante para você.



    Gosto dos post-its no planner para: marcar páginas importantes (nesse caso uso os post-its fofinhos e com carinhas engraçadas) e para escrever pequenas tarefas que são urgentes (para isso uso os post-its no estilo bloco e vou variando entre cores e tamanhos).

    Você pode seguir essa mesma linha de raciocínio para usar os post-its no seu caderno de estudos.


    Sabe aquela página importante para o seu estudo? Ou aquela que tem um trecho, ou informação, essencial para a leitura? TACA POST-IT NELA!



    Vale de tudo: marcar uma página que você amou, um trecho que te impactou (nesse caso uso esses post-its transparentes, assim consigo ler o trecho quantas vezes quiser sem precisar tirar o post-it do lugar), uma informação importante ou um capítulo amorzinho do seu coração.

    Por aqui, AMO lotar meus livros favoritos com post-its. Não tenho costume de reler livros, mas sempre leio – quando bate aquela saudade – os trechos marcados. E isso é uma das melhores coisas, as memórias e emoções por trás de cada post-it.


     Onde Comprar
    No eBay você encontra vendedores incríveis e inúmeros estilos – principalmente desses mais fofinhos.

    Além disso, você também acha post-its em qualquer livraria e em vários sites online. O da marca Post-it, apesar de ser mais caro, é o de melhor qualidade. Indico de olhos fechados! Não precisa ficar com medo, pois a cola dura e ao mesmo tempo não estraga seus livros ou cadernos. 

    Vou deixar o link de algumas lojas que eu indico (lembrando que ao comprar através desses links vocês ajudam na manutenção do canal).

    Post-its em: Americanas • Fnac • Livraria Cultura • Saraiva

    E aí, gostaram do post? Espero que tenha ajudado! E deixem seu comentário caso queiram mais postagens nesse estilo.

    Nada é Coincidência tudo é Providência...

    Essa frase define tudo... Absolutamente, tudo que somos, vivemos e sentimos. Quem é ateu ou quem tem uma religião diferente desculpe, eu respeito cada um, mas como esse blog é meu e eu sou uma Católica Apostólica Romana de carteirinha é de Deus que eu quero falar hoje. Quero dizer que todo aquele papo de que tudo tem seu tempo é verdade, de que tudo tem uma razão pra acontecer e que quando Deus fecha uma porta abre uma outra melhor mais adiante. Eu sei que as vezes a vida não é fácil, nem confortável, eu sou a prova viva disso, quem me conhece sabe... Sofrimento é a base todo mundo tem momentos ruins e desculpem a sinceridade, mas você nunca irá realizar TODOS os seus sonhos, porque se você os realizar você não terá mais motivos para estar aqui, estamos nessa vida pra lutar, correr atrás, cair, levantar e aprender com isso e se você realizar tudo qual sentido terá continuar o caminho? Deus é bom, é grande e misericordioso, é o alicerce de tudo, pelo menos pra mim ele é, Deus fez de mim o que eu sou, ele me ensinou muitas coisas, me fez enxergar que amar é a nobreza máxima que podemos alcançar, me fez entender que quando o coração está magoado a gente tem o direito de se desesperar, é ele que é pai, é irmão, é amigo, é a essência é começo meio e fim de tudo, é o refúgio nas tempestades, o orgulho nas conquistas.

    Por mais que eu queira eu jamais poderia deixar de pertencer a Deus, ele pagou com sangue a MINHA liberdade e amou a mim e aos demais com tamanho amor que foi capaz de despojar-se de si mesmo por nós, morreu na cruz, ressuscitou e apesar de tudo que blasfemamos (é eu também já blasfemei confesso) mesmo assim ele ainda te acolhe no fim das contas, Deus está em todo lugar, está na sua manhã chata quando você sai de casa pra trabalhar ou estudar, está no belo sol que ilumina seu dia, ou na chuva que faz um barulhinho gostoso quando você quer dormir, está no seu coração, no sorriso das pessoas que te cumprimentam, no carinho com que você é recebido pelas pessoas que te amam, está em toda parte sempre. É ele quem ouve suas lágrimas de madrugada, que afaga sua cabeça até você exausto de sofrer dorme, está contido nas suas mais sinceras alegrias, esta no abraço apertado que você tanto precisava... Deus sempre sabe o que é melhor pra você, e você sempre vai achar que ele te abandonou porque somos humanos, falhos, e impacientes, porque para nós é difícil acreditar quando não enxergamos a luz no meio da escuridão, porque as vezes o mundo é tão cruel que nos sentimos sozinhos e desamparados, mas em todas essas horas Deus está lá, ele vê toda sua dor, ele sabe que é pesado pra você as vezes, mas ele sabe também o tamanho da sua força e o quanto você é capaz de suportar e se você lhe for fiel, no fim ele vai te dar tudo aquilo que sonhou pra você, é ruim acreditar, mas temos que escolher... Ou nos desesperamos e deixamos tudo desandar, ou respiramos fundo e... Esperamos... Esperamos... Esperamos... sim é assim mesmo que acontece, tudo que é bom na vida temos que esperar, não é por acaso que esperamos até a maturidade para conhecer a pessoa das nossas vidas, que uma mãe espera seu filho por 9 meses, que uma fruta demora tanto tempo para amadurecer, que o vinho fica melhor depois de anos, que temos que esperar o alimento estar cozido pra comer, que precismos colocar o tempero na comida um pouco antes para aderir ao sabor... Tudo que a vida nos dá de melhor é na base da paciência e sabe por quê? Imagine você quando está bem e toma um copo de água, o que você sente? Nada não é? Água não tem gosto de nada mesmo... Mas experimente tomar um copo d'água com bastante sede, você vai sentir como se o líquido penetrasse em cada poro da sua garganta, é como um bálsamo, você sente naquele momentinho ali que nada poderia superar essa sensação porque era daquilo que você precisava... Assim é Deus que te deixa sedento para que possas valorizar aquilo quando chegar a hora certa. Deus nunca vai te dar o que você quer, e sim aquilo que você precisa, e ele só vai te dar quando achar que você está preparado para receber.

    Para quem quer uma confirmação bíblica disso que eu disse leia Eclesiástico 2, 1-6

    NADA É COINCIDÊNCIA TUDO É PROVIDÊNCIA!

    [RESENHA] NINGUÉM VIRA ADULTO DE VERDADE – SARAH ANDERSEN

    "As tirinhas certeiras de Sarah Andersen, que já contam com mais de 1 milhão de fãs no Facebook, registram lindos fins de semana passados de pernas pro ar na internet, a agonia de andar de mãos dadas com alguém de quem estamos a fim (e se os dedos ficarem suados?!), a longa espera diária para chegar em casa e vestir o pijama, e a eterna dúvida de quando, exatamente, a vida adulta começa. Em outras palavras, este livro é sobre as estranhezas e peculiaridades de ser um jovem adulto na vida moderna. A sinceridade com que Sarah Andersen lida com temas como autoestima, timidez, relacionamentos e a frequência com que lavamos o sutiã torna impossível não se identificar com esses quadrinhos hilários e carismáticos."



    Estou completamente apaixonada por esse livro; sem dúvida essa foi uma das leituras mais divertidas que fiz nesse ano. Sabia que a obra seria extremamente bem-humorada, até porque o livro nada mais é do que um apanhado de tirinhas cómicas escritas e ilustradas pela talentosa Sarah Andersen. O trabalho da Sarah já é conhecido nas redes sociais (ela possui uma página na internet com milhares de fãs e seguidores), portanto a ideia do livro era falar sobre as verdadeiras dificuldades do cotidiano de um novo adulto de uma maneira direta e divertida – da mesma maneira que a autora faz em sua página no Facebook. A obra aborda temas como autoestima, insegurança profissional, empoderamento feminino, relacionamentos amorosos reais e nada idealizados, e os constantes questionamentos sobre o futuro. Ser um novo adulto não é fácil, e é exatamente sobre isso que a autora fala. E o melhor de tudo, com uma linguagem real e engraçada.

    New Adult |120 Páginas | Cortesia Editora Seguinte| Skoob | Compare & Compre: Submarino • Saraiva •Amazon| Classificação: 5/5 

    Cada página do livro traz uma tirinha diferente. A protagonista é uma jovem mulher adulta, assim como a própria autora, que precisa enfrentar os dilemas típicos da idade. Desta forma, acompanhamos o dia a dia de uma mulher que amar ler, gastar com coisas que nem sempre são necessárias (que nunca!), amar quem a ama por quem é, pirar quando a cólica bate, e pirar mais ainda quando precisa tomar decisões capazes de mudar seu destino. Através dessa personagem refletimos sobre os altos e baixos da nossa própria vida, e não apenas aqueles grandiosos e complexos, mas também aquelas coisas pequenininhas que fazem parte de quem somos. Como, por exemplo, o prazer por trás do cheio de um livro, ou de uma roupa velha e confortável, ou ainda de passar o dia todo vendo Netflix ao lado do namorado. 


    Por falar de coisas simples e reais – que descrevem exatamente o nosso dia a dia – é impossível não se conectar com a história. A cada página lida eu me via mais e mais nesse livro: a TPM que me deixa inconstante e volátil, a vontade de passar a madrugada lendo (mesmo quando tenho que trabalhar no outro dia), as inseguranças pós-graduação, e as mudanças na aceitação do meu corpo e da minha beleza (aquela que eu sei que tenho e que não preciso que ninguém, muito menos a mídia, diga que é correta ou não). Foi uma surpresa encontrar nessas páginas uma amiga e confidente, alguém que assim como eu enfrenta os mesmos problemas e medos ou que encontra conforto nos mesmos lugares – vulgo: livros, chocolates, séries de TV, abraço do companheiro. Amei essa ligação que senti com as tirinhas da Sarah e com as reflexões sinceras e divertidas que ela traz.



    Amei o livro do início ao fim. Ri demais e me conectei com os dilemas descritos – sério, foram poucas as tirinhas que não me fizeram pensar “cara, minha vida é exatamente assim”. Por isso, minha única ressalva é que, apesar do livro falar sobre as maiores dificuldades da vida de um jovem adulto, ele traz muitas referências sobre o dia a dia das mulheres (até porque a protagonista/autora são mulheres). Assim, acho que o apelo da obra está principalmente no público feminino – apesar de achar que os jovens homens adultos também adorariam essa história.
    Não sabe o que comprar de presente para o amigo secreto do escritório? Não erre e compre esse livro. Ele, sem dúvida, é um maravilhoso presente.

    Beijos, 

    Eu Escrevi um livro!

       Quando eu era pequena e ainda nem sabia ler, ficava admirando os livros do meu irmão sem nem entender do que se tratava. Me lembro das imagens e das inúmeras palavras do qual o significado eu desconhecia.
      Mas agora chegou a vez de alguém admirar um livro meu! EU ESCREVI UM LIVRO! 
      eu já tinha todo o piloto da historia, mas O drama só foi se concluir, quando conheci a Thiara Aquino que com muita paciência, concluiu comigo uma etapa desse sonho louco de ser escritora e morar no interior. 
          Ajude Essa garota  surgiu da necessidade de falar da dor e de mostrar como afetamos a vida das pessoas direta e indiretamente. É um livro intenso, mas com muito humor. Eu garanto que vocês irão se apaixonar pela Giovana e querer cuidar dela.  Nosso livro é uma produção independente e por conta disso, talvez vocês encontrem alguns erros ( Sejam ortográficos ou de diagramação ) nos perdoe por isso! 
      

     Os Personagens:

    Giovana: tem a personalidade forte, mas se sente só. tem o coração bom, só não descobriu isso ainda haha é birrenta e nada nunca está bom para ela, mas sofreu demais por isso a gente da desconto para as arrogâncias dela.

    Caio Muller: sonho de consumo de qualquer pessoa sã. É um garoto dedicado, estudioso e de um coração sem tamanho. seus cabelos cacheados fazem sucesso.

    Thales: Só tem casca! É  do time de futebol da escola, faz sucesso entre as meninas e isso lhe faz ser o pegador do pedaço! Não se apaixone por ele.

    Carlos: Falo Nadaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! 

                                                                  Sinopse
       Giovana é uma garota difícil. Tudo para ela é difícil, sua mãe se suicidou, seu pai a deixou e seus avós não a suportam. Ao se mudar para Souza & Luz e planejar seu suicídio, ela conhece o excêntrico Caio Müller, cuja missão é mostrar para ela que a vida merece uma chance de lhe dar seu lado bom.



    ESPERO QUE GOSTEM!
      

    [Resenha] Amor & Gelato – Jenna Evans Welch

    Depois da morte da mãe, Lina fica com a missão de realizar um último pedido: ir até a Itália para conhecer o pai. Do dia para a noite, ela se vê na famosa paisagem da Toscana, morando em uma casa localizada no mesmo terreno de um cemitério memorial de soldados americanos da Segunda Guerra Mundial, com um homem que nunca tinha ouvido falar. Apesar das belezas arquitetônicas, da história da cidade e das comidas maravilhosas, o que Lina mais quer é ir embora correndo dali. Mas as coisas começam a mudar quando ela recebe um antigo diário da mãe. Nele, a menina embarca em uma misteriosa história de amor, que pode explicar suas próprias origens. No meio desse turbilhão de emoções, Lina ainda conhece Ren e Thomas, dois meninos lindos que vão mexer ainda mais com seu coração. Uma trajetória que fará Lina descobrir o amor, a si mesma e também aprender a lidar com a perda. Amor & Gelato é uma deliciosa viagem pelos mais românticos pontos turísticos italianos, com direito a tudo de mais intenso que o lugar tem a oferecer: desde paixões até corações partidos.

        Amor & Gelato une várias coisas que eu amo: viagens (vamos parar na Itália!), personagens jovens e queridos, um romance fofo que contagia, e uma mensagem bonita sobre recomeço e amadurecimento. Desde o começo sabia que ia adorar a leitura, mas no final percebi que ela me surpreendeu completamente. Então tenho que começar dizendo: Gosta de livros jovens e fofos? Então você tem que ler esse romance com sabor de sorvete de chocolate!

    Jovem Adulto| 320 Páginas|  Editora Intrínseca| Classificação 5/5 
    Skoob | Compare & Compre: Submarino • Amazon
    Lina acabou de perder a mãe para o câncer e, por causa de uma promessa que fez para ela, vai ter que passar o verão na Itália. Por anos foram apenas as duas contra o mundo – sem menção nenhuma sobre o desconhecido pai da garota. Contudo, com a morte da mãe, Lina vai parar exatamente onde nunca imaginou: na casa do pai, na Itália! Machucada com a perda recente, angustiada com a mudança abrupta e chateada com o pai, que aparentemente nunca quis conhecê-la e agora será obrigado a cuidar dela, o coração da garota está em frangalhos. E, se não fosse o suficiente, ao chegar no seu destino final ela descobrirá outras coisas perturbadoras: sua nova casa está localizada no meio de um cemitério, seu único vizinho – que mora em uma casa de biscoitos! – é um fofo, e sua mãe deixou um presente especial reservado para o verão da garota na Europa, um diário sobre os dias que seus pais partilharam na Itália. – Será que Lina está pirando com tantas novidades? Com certeza!
    Uma das coisas mais incríveis desse livro é que ele é narrado de forma intercalada entre o presente (que é dominante na narrativa) e o passado (que traz alguns trechos do diário da mãe da protagonista). O bacana desse tipo de estrutura é que somos instigados a conhecer mais sobre os pais de Lina ao mesmo tempo em que presenciamos a emoção que a garota sente ao ler algo escrito pela mãe – é agridoce: doloroso por conta da perda recente, e alegre por apresentar um pedaço da vida de seus pais sobre o qual Lina não fazia a menor ideia. Para mim foi uma surpresa encontrar um livro que é fofo, que narra o dia a dia de uma menina descobrindo o futuro que deseja construir (ao lado de um novo amigo incrível e extremamente fofo), e também discorre a respeito de uma jovem que perdeu a mãe, seu porto seguro, e que precisou viajar para o outro lado do mundo para encontrar um pai que nunca quis saber dela. Foi tão emocionante participar dessa jornada! Em alguns momentos, principalmente os do diário, precisei segurar o choro. Enquanto em outros, com sorvete, garotos fofos e uma Itália maravilhosa de pano de fundo, fui contagiada pela energia jovem desse livro.
    Além de uma narrativa bem construída e de uma variedade de emoções, a obra também traz um romance incrível. Ren é o tipo de mocinho que realmente é um mocinho. Ele apoia, ajuda, escuta ao mesmo tempo em que compartilha suas histórias, e faz de tudo para ver Lina feliz. O romance nasce mais rápido do que estou acostumada a encontrar em livros assim, mas a proposta da autora foi demais: venha para a Itália e se apaixone (por garotos educados e charmosos, pelas construções e galerias de arte ou, quem sabe, por nossos deliciosos gelatos).

    No fim gostei de praticamente tudo no livro: os segredos relacionados à paternidade, a relação de amizade que nasce entre Lina e Ren (que é um FOFO LINDO e já disso FOFO?), o clima gostoso de viagem e diversão (sério, as paisagens e a típica atmosfera italiana me deixaram com uma vontade gigante de conhecer esse país), e a mensagem final que o livro deixa no leitor.

    Amei, muito, e agora não vejo a hora de ir para a Itália. Sério, leiam, tenho certeza que vão amar!

    Você se recusa a aprender?


    Será que você está se recusando a aprender? Se alguém tivesse me perguntado isso alguns meses atrás, eu teria rido, porque não faria o menor sentido. Eu ainda não havia compreendido uma coisa muito importante.
    Ao longo da vida, coisas acontecem. Normal, né? Só que nem todas essas coisas são boas, o que acaba criando uma enorme bagagem emocional. Essa soma de experiências pode acabar nos fazendo muito mal, caso não seja trabalhada da maneira correta. É óbvio que quando digo “maneira correta”, não pretendo fixar nenhuma fórmula milagrosa ou te culpar por agir de determinado modo. 
    Cada caso é um caso, mas é inegável o fato de que muitas vezes não sabemos muito bem como lidar com nossas bagagens.
    Algumas pessoas (e eu me incluo nessa), decidem percorrer o caminho mais fácil: ignorar o problema. É quase como se a gente estivesse colocando nossas malinhas cheias de dor, ressentimento e frustração dentro de um guarda-volumes pra nunca mais voltar. Só que do nada, quando menos se espera, o dono do negócio liga pra avisar que não cabe mais nada lá. Caso ele seja aberto, tudo vai cair na nossa cara.
    E é bem assim que acontece! Quando o problema é ignorado, parece que na hora tudo se resolve, mas vai por mim, isso não é verdadeiro. Qualquer coisa se transforma em gatilho, o que acaba sendo extremamente perigoso. Uma música, um toque, uma palavra pode ser fatal, tanto pra você quanto pra quem estiver ao seu lado. 
    Nessas de fingir que está tudo bem, tudo pode ficar mal, pior do que já estava.
    Se recusar a aprender é comum e acontece por diversos motivos. Além de evitar a dor imediata, faz com que a pessoa se prenda a algo que talvez a remeta a coisas boas. Quer um exemplo? Fulaninha namorou com Fulaninho em meados de 2000 e bolinha. O namoro não deu certo, então ela decidiu superar e seguir em frente. Acontece que todo ano ela lembra do ex e se pergunta se aquilo poderia ter dado certo, só pra logo em seguida chamar no chat, conversar e perceber que não, não poderia. Ano que vem ela tenta de novo, provavelmente depois de dispensar um cara perfeitamente normal depois de uma simples discussão e pensar “ah, mas o Fulaninho nunca iria fazer uma coisa dessas”.
    Fulaninha está se prendendo ao “e se”, baseada em coisas boas do passado. Ao invés de agradecer pelo que viveu e seguir em frente, ela se apega às lembranças e as transforma em um porto seguro. Esse porto é uma certeza em meio a dúvidas. Nada é tão certo quanto algo que já aconteceu (ou pior – aconteceu só na nossa cabeça). 
    Resultado: ela romantiza o que passou, não dá valor no agora e impede a construção de um futuro melhor.
    Na minha opinião, toda essa confusão se resume a um mal da nossa geração: medo de sentimentos. Sim, eu sei, é bizarro, porém real e não se aplica apenas aos nossos relacionamentos, mas também a diferentes fases da vida, como empregos e situações. Quem nunca se pegou pensando que antigamente era melhor, não é mesmo?
    A questão é que no fim das contas a gente precisa encarar o que se passa dentro das nossas mentes e corações. Parece brega, mas é necessário e muitas vezes doloroso (por que você acha que fugi disso por tanto tempo?). 
    A bagagem faz parte das nossas histórias. Ela não deve ser ignorada. Tudo que vivemos nos ensinou algo, agregou valor em nossas vidas.
    E eu acho que finalmente aprendi. Tanto que estou escrevendo esse texto ouvindo uma música que costumava evitar por me fazer lembrar de determinados momentos. Porque esses momentos me fizeram ser quem eu sou, mas ainda há muito a ser vivido.

    E você, aprende com o que viveu?

    Gatinhas, gatões e piadinhas incômodas


    Meu diretor favorito da vida é o John Hughes. Sério, o cara fez Curtindo a vida adoidado, Bethoven e Esqueceram de Mim. Como não amar? Por isso sempre tive muita vontade de assistir um filme bem clássico dele: Gatinhas e Gatões. Como está disponível no Netflix, não perdi tempo e corri ver.



    Gatinhas e Gatões se passa no dia do aniversário de 16 anos da Samantha Baker (será que ela é parente da Hannah, de 13 Reasons Why?), mas todo mundo se esquece de lhe dar os parabéns. Pra piorar, ela gosta de Jake, o cara mais popular e bonito da escola, que aparentemente não dá a mínima pra ela e ainda namora a garota mais maravilhosa do colégio.



    Ok, acho que já deu pra perceber que esse filme é bem clichê. Protagonista adolescente bobinha, paixão pelo garoto popular e drama exagerado que vira comédia, todo mundo já viu isso. Mas sabe por quê todo mundo já viu isso? Porque esse foi o filme que fez com que essa fórmula viralizasse nos cinemas. Pois é.



    Créditos da imagem: Overdose de amor (um tumblr muito fofo com prints de filmes e séries)
    Acho que passei uns 40 minutos rindo. Sério, não estou brincando. É tudo tão cômico que não tem como não rir. Mas, infelizmente, muitas piadinhas são escrotas e de um ponto em diante comecei a ficar incomodada. 

    Se uma garota faz essa cara, ela não está gostando - BELIEVE ME
    O Farmer Ted é hilário, porém muito, muito chato – ele não conhece o significado de assédio. O chinês é um clássico personagem estereotipado. E o Jake? Achei ele nada a ver demais pra ser o boy magia da história. Não me convenceu. Comecei a achar ele ainda mais duvidoso depois de uma cena em que ele diz poder “violar a namorada bêbada de 10 maneiras diferentes” e o Farmer Ted responde “ué, então porque não vai logo fazer isso?”. Tipo, OI? E depois fica pior: ele coloca a namorada bêbada no carro e diz pro Farmer Ted “divirta-se”. De novo: OI?


    Mas é claro: era outra época. Fiquei abismada e bem revoltada com todas essas coisas, só que a gente tem que entender o contexto. As pessoas realmente achavam essas merdas engraçadas antigamente, já que o absurdo disso não era discutido. O importante é assistir consciente, sabendo que muita coisa mostrada lá é escrota. Aliás, todo conteúdo deve ser consumido de maneira consciente – essa é a chave pra tudo. Em geral, esse é um filme bem engraçado por conta dos dramas adolescentes (impossível não se identificar), então vale a pena dar o play (fora a cena da conversa da Sam com o pai - MELHOR CENA). Assiste e depois me conta se concorda comigo ou acha que estou exagerando no lance das piadinhas incômodas.


    Créditos: Overdose de amor
    Beijos,
     
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